
Lançamento de livro
O Anozero e a Documenta apresentam Impermanência — José Pedro Croft, Arte no espaço público 1998–2026, de Delfim Sardo, numa sessão que reúne no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova o artista, o autor, Luiana Nunes, Luís Quintais e Maria Joana Vilela.
Editada pela Documenta, a publicação percorre a obra desenvolvida por José Pedro Croft no espaço público entre 1998 e 2026, reunindo quase três décadas de intervenções do artista.
A apresentação assinala também o reencontro de José Pedro Croft e Delfim Sardo com o Anozero e com o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. Delfim Sardo foi, com Luiza Teixeira de Freitas, curador do Anozero’17 — Curar e Reparar. Em 2020, o Mosteiro recebeu Campo/Contracampo, de José Pedro Croft, o primeiro Solo Show do Anozero e a primeira coprodução internacional da bienal, desenvolvida em parceria com a Fundación Cerezales Antonino y Cinia, em León, Espanha.
O lançamento de Impermanência estabelece, assim, uma continuidade com diferentes momentos do percurso do Anozero e com a relação que a bienal tem vindo a construir entre arte contemporânea, espaço, arquitetura e património.
Lançamento de livro
O Anozero e a Documenta apresentam Impermanência — José Pedro Croft, Arte no espaço público 1998–2026, de Delfim Sardo, numa sessão que reúne no Mosteiro de Santa Clara-a-Nova o artista, o autor, Luiana Nunes, Luís Quintais e Maria Joana Vilela.
Editada pela Documenta, a publicação percorre a obra desenvolvida por José Pedro Croft no espaço público entre 1998 e 2026, reunindo quase três décadas de intervenções do artista.
A apresentação assinala também o reencontro de José Pedro Croft e Delfim Sardo com o Anozero e com o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. Delfim Sardo foi, com Luiza Teixeira de Freitas, curador do Anozero’17 — Curar e Reparar. Em 2020, o Mosteiro recebeu Campo/Contracampo, de José Pedro Croft, o primeiro Solo Show do Anozero e a primeira coprodução internacional da bienal, desenvolvida em parceria com a Fundación Cerezales Antonino y Cinia, em León, Espanha.
O lançamento de Impermanência estabelece, assim, uma continuidade com diferentes momentos do percurso do Anozero e com a relação que a bienal tem vindo a construir entre arte contemporânea, espaço, arquitetura e património.