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O Círculo Sede assume-se como um espaço seminal para a bienal, representando a sua origem, que remonta ao próprio Círculo de Artes Plásticas de Coimbra. Os artistas propostos trabalham a partir de uma noção simbiótica com o habitat,esbatendo a linha que o separa do espaço expositivo.
𝗔𝗹𝗯𝗲𝗿𝘁𝗼 𝗖𝗮𝗿𝗻𝗲𝗶𝗿𝗼
𝗙𝗶𝗻𝗮 𝗠𝗶𝗿𝗮𝗹𝗹𝗲𝘀
𝗣𝗲𝗱𝗿𝗼 𝗩𝗮𝘇
Com curadoria de Hans Ibelings e John Zeppetelli, e Daniel Madeira como curador-assistente, o Anozero’26 reúne um grupo internacional de artistas, arquitetos e investigadores, propondo uma reflexão sobre memória, reciprocidade, coexistência e formas de habitar o espaço comum. Inaugurada a 11 de abril, a bienal está patente em oito espaços da cidade até 5 de julho.
Tomando como ponto de partida conceptual a raiz protoindo-europeia ghabh — origem das palavras “exposição” e “habitat” —, a exposição explora os gestos de sustentar, dar e receber como condições fundamentais tanto da prática artística como da vida social. A bienal afirma-se, assim, como um espaço de encontro e relação entre obras de arte, arquitetura, território e públicos.
Fundado em 2015 pelo Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, pela Câmara Municipal de Coimbra e pela Universidade de Coimbra, o Anozero consolidou-se como uma das mais relevantes plataformas de arte contemporânea em Portugal, ativando criticamente espaços patrimoniais e promovendo o diálogo entre arte contemporânea, arquitetura e cidade.